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O Ibovespa, principal índice acionário da B3, a bolsa brasileira, fechou o pregão desta terça-feira (26) em baixa, em contraste com a alta do início da sessão.

No começo do dia, as ações seguiam o bom humor internacional com a estabilização da pandemia e reaberturas econômicas. Mas, ao final dos negócios, as perdas foram de 0,23%, aos 85.468,91 pontos, com bancos caindo, pressionados pela possível taxação de seus lucros, que tramita no Legislativo.

O dólar caiu com o maior apetite ao risco dominando a maior parte da sessão. A moeda norte-americana registrou forte desvalorização de 1,95%, cotada a R$ 5,338.

Veja os principais fatores que influenciaram o mercado financeiro na sessão de hoje:

Mercados internacionais

No Japão, o Nikkei 225 fechou com alta de 2,55%. Já a bolsa de Xangai encerrou a sessão com ganhos de 1,88%.

Na Europa, DAX 30 avançou 1% e FTSE 100 teve alta de 1,24%. CAC 40 ganhou 1,46%.

Nos Estados Unidos, Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq subiram 2,29%, 1,36% e 0,21%, respectivamente.

Balanços

A temporada de divulgação de resultados do 1º trimestre de 2020 continua hoje, com os números da administradora de shoppings Iguatemi.

Coronavírus

O otimismo com a estabilização no número de casos de covid-19 impulsiona as reaberturas ao redor do mundo. A terceira maior economia do mundo, o Japão, acaba com o período de emergência nacional, abrindo espaço para voltar às atividades normais.

A possibilidade de uma vacina também anima os investidores. A Novavax, empresa dos Estados Unidos, afirmou ontem que deu início ao primeiro estudo da sua vacina em humanos.

EUA x China

A tensão entre as duas potências continua, com autoridades dos Estados Unidos afirmando que preparam novas sanções à China, em retaliação a lei de segurança nacional que Pequim pretende impôr à cidade de Hong Kong.

Em Brasília

Em meio à crise política, o presidente Jair Bolsonaro visitou o procurador-geral da República, Augusto Aras, responsável por investigá-lo no inquérito sobre possível interferência na Polícia Federal. A visita foi reprovada por ministros do STF e por parlamentares, mas o presidente soltou nota afirmando que acredita que a investigação será arquivada.

No Senado, ficou decidido que o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, será ouvido antes da decisão do PL que visa aumentar a taxação dos lucros dos bancos de 20% para 50%. Já na Câmara, a pauta é desoneração da folha de pagamento de setores intensivos, na tentativa de manter empregos no pós-pandemia.


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