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Por Gabriel Codas – Investing.com – Sócios nos cartões Elo, Bradesco (SA:BBDC4), Banco do Brasil (SA:BBAS3) e Caixa Econômica Federal dão os primeiros passos para uma possível abertura de capital do negócio na bolsa. A bandeira foi lançada 2011 como uma alternativa no mercado para as rivais Visa e Mastercard, e os primeiros sinais da operação surgiram no começo do ano. As informações são da Coluna do Broadcast, do jornal O Estado de S.Paulo desta terça-feira.

De acordo com a publicação, o que antes era apenas uma ideia embrionária, ganhou força com o pagamento do auxílio emergencial, que ajudou a impulsionar a plataforma digital na qual a Caixa tem como parceira a Elo. Ao todo, mais de 65 milhões de brasileiros recebem o benefício.

A reportagem informa que é a própria Caixa que puxa as conversas de um eventual IPO, com o Bradesco – considerado o mais importante – já deu sinais de concordância com a oferta, mesmo sem ter costume de vender suas operações. O BB também considera viável a listagem.

O veículo destaca que a principal interessada na abertura é a Caixa, que busca realizar desinvestimentos. Assim, o IPO da Elo seria uma forma de abrir espaço para a sua subsidiária de meio de pagamentos, a Caixa Cartões. A bandeira, de acordo com a colunam carrega maiores múltiplos frente a bancos e empresas de maquininhas, uma vez que é o último ‘elo’ da cadeia em caso de inadimplência.

A Elo, que apesar de ter os bancos como acionistas, o peso de cada um é diferente. A bandeira é controlada pela Elopar, que tem o Bradesco, com 50,01% do capital, e o BB, com 49,99%. A EloPar detém 56,969% da Elo, enquanto o Bradesco possui 6,142% e a Caixa 36,889%. Isso quer dizer que um IPO depende principalmente do Bradesco.

Quem toca a banda. Apesar de o trio de bancos ser dono da Elo, os acionistas têm pesos diferentes. A bandeira é controlada por uma holding – a Elopar – que tem o Bradesco, com 50,01% do capital, e o BB, com 49,99%, como sócios. Por sua vez, a EloPar detém 56,969% da Elo, enquanto o Bradesco possui 6,142% e a Caixa 36,889%. Ou seja, está nas mãos do Bradesco, na condição de acionista majoritário, bater o martelo quanto a um eventual IPO.

Por fim, a reportagem destaca que a oferta só pode prosperar com as aprovações nos três sócios, o que poderia acontecer ainda neste ano.


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