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Que a crise de saúde que estamos vivendo deixará marcas na nossa sociedade, é inegável. Estima-se, infelizmente, que centenas de milhares de pessoas possam vir a óbito por conta da Covid-19; sugere-se que, além da paralisação econômica em escala global, possamos passar por mais uma grande crise financeira global. Hoje, essas são previsões que batem às nossas portas. Todavia, uma nova discussão que chega nas rodas de conversa (digitais, é claro) e conquista, de engenheiros de software a filósofos: o que será da sociedade pós covid-19?

O direcionamento de todos os principais órgãos de saúde é claro: “fique em casa”, “só saia se for extremamente necessário”, “restrinja seu contato social”, … Vemos bilhões de pessoas enclausuradas nas suas casas, mas que continuam tendo necessidades. Então, como podemos suprir nossas necessidades – sociais, básicas, de consumo, … – sem desrespeitarmos as orientações expressas dos especialistas da saúde? A resposta é simples: por meio da conectividade que a internet nos proporciona.

De repente, nos deparamos com um cenário catastrófico: todas as projeções de crescimento despencam, observamos aumentos vertiginosos nas curvas de desemprego, as empresas começam a fechar as portas, … E é exatamente nesse contexto péssimo para a maior parte da economia real em que vemos acontecer um ponto de virada na importância das empresas de tecnologia. Agora fica claro que não há mais volta, somos totalmente dependentes delas.

Em tempos de coronavírus, como você se relacionaria com seus parentes e amigos queridos sem os aplicativos de ligação de vídeo? Como você realizaria pagamentos sem o online banking? Como você assistiria filmes e séries sem as plataformas de streaming de conteúdo? Como você realizaria seus investimentos sem as plataformas digitais de investimento e as FinTechs?

Poderíamos passar horas enumerando os mercados que passaram pela disrupção tecnológica, mas o que mais chama a atenção é a velocidade com que isso se consolidou recentemente. Na Europa, por exemplo, o aumento no uso das tecnologias do mercado financeiro – FinTechs – cresceu surpreendentes 72% em apenas uma semana, conforme aponta estudo do grupo deVere. A plataforma de streaming de filmes e séries Netflix bateu seu recorde de usuários e de crescimento, conforme aponta a provedora de internet americana AT&T. O Zoom, plataforma de comunicação por vídeos, viu suas ações subirem mais de 30% desde o meio de fevereiro.

Tudo isso gera efeitos que não se restringirão ao período crítico da pandemia. A frequência das videoconferências de negócios será maior do que era antes, do uso de aplicativos para comunicação cotidiana também será, de pessoas que deixarão de ir aos cinemas para consumir conteúdo nos sofás de suas casas também. Em suma, os impactos da crise do coronavírus na conectividade e na dependência digital serão extremamente relevantes.

A questão que fica é: como será a sociedade pós covid-19?


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