FIC FIDC: a arte de mitigar a exposição aos riscos

Esse tipo de fundo protege os recursos dos investidores ao pulverizar as aplicações

Sejamos sinceros: é fácil se perder no imenso leque de opções de investimentos atualmente disponíveis no mercado. Mas para saber qual é a escolha ideal para o seu perfil de investidor (conservador, moderado ou arrojado), seu objetivo e sua disponibilidade de recursos, é importante conhecer com um pouco mais de detalhes as vantagens e desvantagens de cada modalidade de investimentos.

Neste artigo, vamos explorar um tipo de fundo de investimentos ainda pouco familiar à maioria das pessoas, mas que vem crescendo no mercado: o FIC FIDC.

O que é um FIC?

O Fundo de Investimento em Cotas (FIC) é um tipo de aplicação que adquire cotas de outros fundos de investimentos, seja qual for a classe do ativo desses fundos: ações, câmbio, produtos de renda fixa ou multimercado. Dessa forma, o investidor que aplica em um FIC consegue investir em diversos produtos sem a necessidade de comprá-los separadamente. Essa diversificação, por sua vez, propicia menor volatilidade, pois se uma classe de ativos não tem um bom desempenho em determinado período (uma ação em queda, por exemplo), outra classe de ativo pode compensar essas perdas.

O que é um FIDC?

Já o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) é um investimento de longo prazo que aplica seus recursos em recebíveis, como duplicatas, exportações, aluguéis e crédito consignado, entre outros instrumentos de crédito. A estruturação de um FIDC começa com a venda/cessão de direitos creditórios para o fundo – a uma dada taxa de desconto –, oferecendo a empresas o acesso a uma fonte adicional e regular para a captação de recursos.

FIC FIDC: superproteção

Quando se combinam esses dois tipos de fundos, cria-se um FIC FIDC, que tem a obrigação legal de aplicar 95% do seu patrimônio em cotas de fundos de direitos creditórios. Dessa forma, a diversificação de ativos é potencializada, criando diferentes camadas de proteção ao patrimônio investido. Isto é, caso o risco de crédito se materialize em um dos emissores de dívida (que não honre o compromisso), não haverá impacto significativo no total do capital investido.

R$ 45,4 bilhões

foram captados por FIDCs entre janeiro e julho de 2019, fazendo desta a modalidade de fundo que mais captou recursos no Brasil neste ano. Fonte: Anbima

Escolhas criteriosas

Está claro, portanto, o segredo de um FIC FIDC: diversificar ao máximo as aplicações para proteger os recursos contra o risco de crédito. Mas para que essas camadas de proteção sejam efetivas é fundamental que a gestora do fundo tenha critérios rígidos na escolha das empresas emissoras das dívidas, conhecidas como cedentes. Conhecer a fundo essas empresas é a única maneira de assegurar que os riscos de não-recebimento sejam controlados.

A Ouro Preto Investimentos, gestora de recursos de terceiros com mais de R$ 5 bilhões sob sua gestão, distribuídos em cerca de 90 fundos, tem expertise reconhecida na estruturação de FIDCs.

“Entendemos muito bem os produtos em que investimos, o que, no nosso tipo de atuação, faz uma grande diferença”, diz o sócio e diretor de compliance e riscos da Ouro Preto Investimentos, João Peixoto Neto. “Outra vantagem nossa é que temos produtos diferenciados, em termos de rentabilidade e controle de risco, exatamente porque a gente tem um grande conhecimento na estruturação. Resumindo, conseguimos oferecer o produto certo para o investidor certo, em termos de riscos e retornos”, completa João.

Um desses fundos é o Virgínia FIC FIDC, dirigido a investidores qualificados – aqueles que possuem pelo menos R$ 1 milhão em aplicações financeiras. A série sênior desse fundo exige aplicação inicial mínima de R$ 25 mil, mesmo valor para movimentações posteriores, e tem como objetivo oferecer rentabilidade de 132% do CDI aos cotistas seniores. Nos últimos 12 meses (de julho de 2018 a julho de 2019), a série apresentou retorno de 8,5%*.

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Aviso legal
*A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados futuros; os investimentos em fundos não são garantidos pelo administrador ou por qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, pelo fundo garantidor de crédito; a rentabilidade divulgada não é líquida de impostos; data de início da série Sênior do Fundo Virgínia FIC FIDC é 13/04/18; tipo ANBIMA “FIDC Fomento Mercantil”; o fundo tem como público-alvo os investidores qualificados, nos termos do artigo 9º-B da Instrução CVM 554/2014; patrimônio líquido (último) R$ 5.466.450,13; patrimônio líquido médio (12 meses) R$ 3.339.402,42; taxa de administração 0,20% a.a. sobre o PL; para informações sobre tributação aplicável e canais de atendimento, consulte o regulamento.

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