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Fechado o primeiro semestre de 2020, e com a publicação de alguns balanços e indicadores, podemos ter uma ideia mais adequada sobre os rumos dos investimentos no mercado imobiliário.

Em termos de financiamento imobiliário, dois dados com recortes diferentes confirmam uma recuperação. A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) apontou a maior alta para um primeiro semestre, nos últimos dez anos, no universo de pessoas físicas com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), com crescimento de 35,2% em relação ao mesmo período de 2019. Já de acordo com o Banco Central do Brasil (Bacen), o volume total transacionado nos financiamentos imobiliários cresceu 20,5% no primeiro semestre deste ano, somando R$ 50,8 bilhões no período.

A tendência positiva também se reflete nos indicadores de comercialização. Dados do Secovi-SP sobre a cidade de São Paulo mostram alta de 24% em junho na comparação com maio, no segmento de unidades residenciais novas, com um total de 2.984 vendas. Já no acumulado de 12 meses (julho de 2019 a junho de 2020), houve um aumento de 23,7% em relação ao período anterior (julho/2018 a junho/2019), com vendas de 46.480 e 37.569, respectivamente.

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O principal motivo dessas altas, tanto do volume financiado quanto da comercialização, são as sucessivas reduções da taxa básica de juros, a Selic, que atingiu o menor nível histórico no dia 5 de agosto, a 2% ao ano. Com isso, as instituições financeiras podem repassar o corte dos juros básicos para as taxas cobradas nos contratos, possibilitando um alcance a um maior número de pessoas e com prestações mais baixas.

Outra consequência positiva da contínua queda da Selic é gerar um movimento de diversificação dos investimentos, pois as pessoas estão buscando maior rentabilidade da sua carteira. Nesse contexto, os imóveis se tornaram uma boa opção.

Muitos analistas acreditam que as dificuldades provocadas pelo novo coronavírus são pontuais e a retomada mais forte de investimentos no setor imobiliário, que estava sendo observada no período pré-pandemia, será mais rápida do que seria em uma situação de desequilíbrio fiscal, falta de crédito, desequilíbrio econômico etc.

De fato, ainda há muitas incertezas no horizonte, que devem ser observadas e analisadas com cautela. Porém, com os resultados superiores às expectativas demonstrados até aqui, e considerando também as características macroeconômicas vantajosas, podemos dizer que o mercado imobiliário no Brasil tende a continuar apresentando resultados positivos no longo prazo.


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