Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avaliam que, ao concluir o primeiro ano de mandato, o petista deve promover mais uma reforma ministerial, que pode ser ainda mais ampla do que as trocas negociadas atualmente com as legendas PP e Republicanos.
De acordo com a reportagem de Thiago Resende, Julia Chaib, Catia Seabra para o jornal Folha de S.Paulo, o presidente da Petrobras (PETR3)(PETR4), Jean Paul Prates (PT), estaria na mira das mudanças por ter uma atuação crítica à frente da estatal.
Prates tem sido desaprovado por seus pares, os petistas, mas também por membros do PSD, que integram a base do governo federal.
O principal motivo apresentado seria a sequência de embates com o ministro de Minas e Energia (MME), o ex-senador Alexandre Silveira, que compõe a legenda dirigida pelo ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
Em junho, por exemplo, entraram em rota de colisão a respeito de políticas para gás natural. A gestão de Silveira, por sua vez, tem sido elogiada por assessores do Palácio do Planalto.
O nome de Rui Costa tem circulado como possível cotado para substituir Jean Paul Prates.
O ex-governador da Bahia e atual ministro-chefe da Casa tornou-se o alvo prioritário de queixas de líderes do Legislativo, mas a matéria o cita como um homem de confiança do presidente e como um político que atende ao desejo por um perfil de gerente à frente da Pasta.
Por ora, não se avança efetivamente na avaliação para mudá-lo de cargo, declarou o veículo.
As informações são de Thiago Resende, Julia Chaib, Catia Seabra para o jornal Folha de S.Paulo.
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