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Parceria com o UBS Warburg pode ser positiva para as ações do BB no longo prazo

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O Banco do Brasil e o banco suíço UBS Warburg anunciaram memorando de entendimentos para a realização de uma parceria estratégica para atuação em atividades de banco de investimentos e de corretora de valores no segmento institucional no Brasil, Argentina, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai.

De acordo com o comunicado: “a parceria estratégica de longo prazo criaria uma plataforma relevante de banco de investimentos com cobertura global, que combina o acesso a base de relacionamento do BB no Brasil e às estruturas globais de execução e distribuição do UBS”.

O acordo prevê que o Banco UBS seja acionista majoritário da parceria, com 50,01% de participação.

Ainda sobre a oferta subsequente de ações (follow-on), o Banco do Brasil esclarece que: “a oferta de ações ordinárias de emissão do BB excedentes à manutenção do controle acionário da União foi autorizada por decreto, com a venda de 20,785 milhões de ações no âmbito da oferta”.

A notícia da parceria com o banco UBS é positiva para o Banco do Brasil, mas esperamos impacto neutro no preço das ações (BBAS3) no curto prazo.

Acreditamos que a parceria com o banco suíço deverá melhorar a percepção de risco dos investidores, sobretudo estrangeiros, sobre o Banco do Brasil.

A melhora da rentabilidade, medida pelo retorno sobre o patrimônio líquido (ROE), aliada à melhora na classificação de risco (rating) do BB deverá ser positiva para o desempenho das ações no longo prazo.

A oferta de ações do BB deverá ocorrer no mês de outubro, vai reduzir a participação da União no Banco e aumentar ainda mais a liquidez das ações, o que é positivo para o BB.

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