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Termina nesta terça-feira (22) o período de reserva de ações para o IPO (Oferta Pública Inicial) do BR Partners. O banco de investimento oferta uma distribuição primária de 34.607.779 units — cada uma delas composta por uma ação ordinária e duas ações preferenciais.

Um relatório divulgado pela Suno Research recomenda participar do IPO. A análise da casa de investimentos leva em conta a gestão qualificada e o balanço sólido do BR Partners, entre outros fatores, para indicar pontos positivos ao investidor.

A faixa de preço das ações foi definida, pela Suno, entre R$ 15,17 e R$ 18,96. Com preço médio de R$ 17,07, a captação estimada é de R$ 551 milhões, montante que, segundo a companhia, será destinado ao reforço da estrutura de capital e fortalecimento de balanços.

A fixação do preço por ação está marcada para 23 de setembro, e o início das negociações na B3, a bolsa brasileira, para o dia 25 do mesmo mês.

Confira, abaixo, os principais pontos positivos levantados pela Suno:

Portfólio diversificado

Na avaliação da Suno, o modelo de negócios do BR Partners — que é especializado em transações de fusões e aquisições, mercado de capitais, tesouraria, derivativos, investimentos e reestruturação financeira — é variado a ponto de abrandar impactos dos ciclos econômicos. 

O relatório aponta que em momentos de crise, como o atual, os serviços de reestruturação de dívidas e reorganizações societárias são muito demandados. Já em situações de euforia econômica, crescem as atividades no mercado de fusões e aquisições e se fortalece a sua performance no segmento de investment banking.

Em 2019, o BR Partners gerou bons resultados, se destacou diante de bancos globais e liderou os quatro rankings de M&A (Fusões e Aquisições) do Brasil: Bloomberg, MergerMarket, Thomson Reuters e Dealogic.

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Histórico e previsões futuras

Também em 2019, o BR Partners alcançou receita líquida de R$ 137 milhões. Isso  representa um crescimento anual de 38,7% desde 2017, taxa que o relatório de análise considera muito elevada quando comparada ao PIB brasileiro no mesmo período.

Além dos ganhos na receita, o índice de eficiência do banco também melhorou. De 48,7% em 2017, ele desceu a 34,40% em 2019. O índice calcula as despesas do banco em relação à receita total; logo, quanto menor o número, mais eficiente é a companhia. Para efeito de comparação, o BTG Pactual, um dos bancos mais eficientes do Brasil, possui um índice atual de 41,8%.

Considere os riscos

Apesar de favorável ao IPO da BR Partners, o relatório da Suno não deixa de explorar também possíveis pontos negativos do investimento. A dependência dos executivos é um deles; a Suno explica que o principal negócio do banco, que é assessoria financeira, está conectado à confiança dos clientes na experiência dos executivos. Portanto, caso alguma figura importante deixe a empresa, é possível que leve consigo consumidores e cause impacto à companhia.

Depende também dos colaboradores e de suas capacidades de análise e decisão o desempenho dos investimentos assessorados e a expansão dos negócios da empresa. O documento destaca também o risco ligado ao negócio da companhia: a maior parte das receitas são proveniente da área de investment banking, que é o segmento mais sensível quanto à percepção de risco do mercado de capitais como um todo.

Desse modo, cenários de incerteza e instabilidade econômica que afetem de maneira relevante as receitas nesse setor terão também grande impacto sobre as receitas totais da companhia.

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