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A crise da Covid-19 deixou não só o Brasil endividado (a relação dívida/PIB já passou dos 80%), mas também grande parte das famílias. Mais precisamente, 67,1% dos brasileiros possuem mais de 30% do orçamento doméstico comprometido com o pagamento de parcelas.

Quem tem dívidas e se preocupa com a construção de um patrimônio sabe o quanto estar endividado pode ser desconfortável, principalmente naquelas rodas de conversa com amigos, familiares ou colegas de trabalho.

Falar sobre investimentos e reserva de emergência quando você está na luta para se livrar da dívida do cartão de crédito (ou similares) pode fazer você se sentir inadequado ou com vergonha da forma como você gerencia o seu dinheiro.

Pesquisas mostram que dificuldades financeiras são a segunda maior fonte de stress entre os brasileiros. E não é à toa. Viver para pagar contas e quitar dívidas é capaz de desestimular qualquer pessoa a transformar essa situação.

Por isso o assunto planejamento financeiro ganha destaque. Já vi muita gente torcer o nariz quando a palavra “planejamento” é pronunciada. Mas se você quer ganhar dinheiro de forma consistente, se livrar das dívidas e deixar um legado para aqueles que ama, é importante conhecer as ferramentas disponíveis para otimizar essa jornada.

Voltando ao assunto das dívidas, veja agora como colocar as coisas em ordem. Nunca é tarde para recomeçar. Aliás, se isso passar pela sua cabeça em algum momento, convido você a conhecer mais sobre a falácia dos custos irrecuperáveis.

 

1. Tenha clareza das causas

Quando converso com alguém endividado, ouço com frequência: “me enrolei com as parcelas”, “tive redução na renda”, “perdi o emprego”, “aconteceu um imprevisto”. Todas essas (entre algumas outras) são causas reais e suficientes para explicar o descontrole financeiro.

Eu disse explicar e não justificar. Isso porque perder o controle financeiro é só uma consequência de um estilo de vida incompatível com a real capacidade financeira. Para que você use corretamente o dinheiro, tenha em mente a regra dos 50/30/20, que orienta a distribuição da renda entre os diferentes tipos de gastos.

Essa é uma regra de bolso que funciona bem para grande parte dos brasileiros, e diz que:

– Até 50% da sua renda pode estar comprometida com gastos essenciais, como moradia, saúde, alimentação, educação e transporte;

– Até 30% da renda pode estar comprometida com gastos de estilo de vida: lazer, animais de estimação, empregados domésticos, assinaturas e gastos diversos;

– Pelo menos 20% do que você recebe deve ser direcionado aos investimentos de curto, médio e longo prazos, como aposentadoria, reserva de emergência, seguros e demais objetivos.

 

2. Monte um plano de ação

Para sair das dívidas, não tem jeito: você precisará fazer ajustes que envolvem reduzir os gastos atuais para ganhar fôlego na substituição do custeio por meio do crédito pelo pagamento das contas em dinheiro.

Mas já deve ser do seu conhecimento que toda restrição é penosa e muitas vezes frustrante. Por isso, é importante que você transforme a dor em prazer com um plano de ação tático, objetivo e com uma data definida para acabar.

Dessa forma, você terá motivação para implementar no dia a dia as mudanças necessárias para transformar a sua relação com o dinheiro. Use e abuse de aplicativos e gamification. Sugiro que você conheça o aplicativo Olivia, que usa a inteligência artificial para te ajudar a tomar melhores decisões.

Comece ajustando os gastos mensais e priorize o pagamento das contas mais caras, que são aquelas que possuem um CET (custo efetivo total) mais alto. Faturas do cartão, rotativo e cheque especial são um bom indício de onde você pode economizar. Aproveite o momento para renegociar.

 

3. Filtre o seu ambiente

Você já ouviu falar que somos a média das 5 pessoas com as quais mais convivemos? Essa frase foi dita pelo empreendedor e palestrante Jim Rohn, que defende que companhias saudáveis nos estimulam a sermos nossa melhor versão.

E, pasmem, ela também influencia a relação com o dinheiro. Não estou dizendo para você se distanciar daquela roda de amigos que especula no mercado de ações (mesmo quando ninguém é especialista em finanças) ou que esbanja dinheiro em viagens, restaurantes e artigos de luxo.

Só estou sugerindo que você observe melhor o que te estimula nessas companhias e se esforce para mantê-las de forma saudável e sustentável, ao invés de se colocar em apuros sustentando uma imagem incompatível com a sua realidade financeira.

Vulnerabilidade para reconhecer o que é compatível com a sua realidade e estratégia para construir o estilo de vida que você deseja são valores que ajudarão você a sair das dívidas e construir o futuro que deseja.


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