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Os investimentos aqui no Brasil estão bombando. Mesmo com a crise do coronavírus, deflação e fuga do capital estrangeiro, a combinação de disseminação da educação financeira, redução da taxa Selic e dólar acima de 5 reais resultou na abertura de 400 mil novas contas na bolsa de valores entre março e abril de 2020.

É gente pra caramba, né? E essa mudança no comportamento das pessoas com relação ao dinheiro mostra claramente um amadurecimento e uma nova realidade do mercado financeiro.

Por isso, separei os 3 principais modelos disponíveis para qualquer um fazer seus investimentos, além dos prós e contras relacionados. Destaco, de antemão, que não há certo ou errado. A grande vantagem em ter alternativas para investir é poder escolher aquela que melhor se encaixa ao seu perfil de investidor e suas expectativas sobre atendimento, risco e retorno.

Modelo 1.0: Bancos

O primeiro e mais comum veículo disponível para investimentos é através do seu banco de relacionamento. Há bem pouco tempo as plataformas dos bancos eram restritas aos produtos feitos por eles, mas hoje em dia já é possível comprar produtos de outros participantes (como gestoras independentes), através do banco. Essa possibilidade ainda é bastante restrita, mas já representa um avanço.

Prós: investir através do seu banco de relacionamento permite que todo o seu dinheiro fique organizado em uma única plataforma e abre espaço para que o gerente ofereça cross-selling entre os diferentes produtos disponíveis. Por exemplo, é bem comum ouvir: “invista pelo menos 150 mil reais aqui no banco, que eu consigo isentar o seu pacote de tarifas”.

Contras: a estrutura de um banco é gigantesca, cara, e o principal resultado disso é o custo dos produtos disponibilizados ou o resultado financeiro que eles entregam. Além disso, a assessoria que o gerente do banco presta tem como principal objetivo bater as metas da instituição, e isso aumenta significativamente o risco de você perder dinheiro no final das contas.

Dica: compare o resultado que você tem investindo com o banco com o resultado que teria aumentando a rentabilidade e pagando as tarifas.

Modelo 2.0: Corretoras

O modelo 2.0 das corretoras tradicionais com plataforma aberta democratizou o acesso a grande parte dos ativos disponíveis no mercado e provocou uma revolução na forma de investir, trazendo o conceito de supermercado financeiro. A figura do gerente de banco cedeu espaço para o assessor de investimentos e as pessoas ganharam mais liberdade e variedade na hora de investir.

Prós: o aumento da concorrência permitiu aos investidores acessarem melhores produtos, a preços mais baixos, resultando em um aumento médio de pelo menos 20% no resultado dos investimentos. Além disso, com a diversificação de produtos disponíveis, agora é possível montar estratégias mais diversificadas, reduzindo o risco global da carteira.

Contras: a variedade de produtos disponíveis para investimentos alinhada à falta de conhecimento técnico sobre o assunto faz o investidor aumentar significativamente sua exposição ao risco sem a correta diversificação da carteira. Além disso, o assessor ainda é remunerado pela instituição o que, muitas vezes, o força a indicar para o cliente o produto necessário para bater as metas.

Modelo 3.0: Robôs

O modelo 3.0 ainda está relacionado às plataformas abertas, como nas corretoras, mas a principal diferença é que o processo de seleção dos investimentos pode ser automatizado de acordo com o perfil de risco e objetivos que o investidor pretende alcançar. Além disso, não há mais conflito de interesses porque toda remuneração do sistema é um percentual acordado com o cliente ao invés de uma comissão pelo produto vendido.

Prós: as principais variáveis para um bom investimento são melhor desempenhadas por máquinas do que por humanos. Imagine o tempo que uma pessoa precisa para olhar cada um dos mais de 20.000 ativos disponíveis hoje no mercado financeiro brasileiro. Agora, compare com o tempo que um robô precisa para fazer o mesmo.

É sem dúvidas, menor. E esse ganho de escala reduz o custo final para o cliente. Se pela corretora 2.0 ele paga uma taxa de administração de 1,2% para determinado produto, pela plataforma com o robô ele consegue acessar o mesmo produto por 0,8% ou até menos.

Contras: toda a automatização de um processo começa pior do que o processo analógico correspondente, de acordo com os 6Ds do crescimento exponencial. Durante este período de adaptação, o investidor pode perder liquidez e a liberdade para alterar alguns produtos da sua carteira.


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