Imbróglio

CSN (CSNA3) sofre aumento de multa para R$ 1 bilhão em disputa com Usiminas (USIM5)

O caso remonta à década de 2010, quando a CSN (CSNA3) passou a adquirir ações da Usiminas (USIM5), movimento que foi vetado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) por risco de concentração de mercado

Informações sobre a CSN Mineração (CMIN3)

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN)(CSNA3) enfrenta uma decisão judicial que elevou a multa diária por não se desfazer de sua participação na Usiminas (USIM5).

A decisão da 11ª Vara Federal Cível de Belo Horizonte aumentou a penalidade de R$ 100 mil para R$ 1 milhão por dia, e pode chegar a R$ 10 milhões diários se a determinação não for cumprida em noventa dias.

O caso remonta à década de 2010, quando a CSN (CSNA3) passou a adquirir ações da Usiminas (USIM5), movimento que foi vetado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) por risco de concentração de mercado.

Atualmente, a CSN (CSNA3) detém 13,00% das ações da Usiminas (USIM5), percentual que deveria ter sido reduzido para 5,00% até meados de 2024.

Caso a penalidade seja mantida pelo período máximo, o valor total da multa pode ultrapassar R$ 1 bilhão, e tornou-se um dos maiores passivos já enfrentados pela CSN (CSNA3).