O fundo de energias limpas da Suno Asset, SNEL11, arrecadou R$ 166 milhões na sua terceira captação, encerrada na última terça-feira, 1º de abril. Ao fim da oferta, o fundo tem valor de mercado de R$ 330 milhões.
Somaram-se quase quatro mil novos cotistas, que passaram a compor os mais de 30 mil de investidores da tese. Na oferta pública, cada cota custava R$ 8,55. No mercado, o preço oscila de R$ 8,70 a R$ 8,90. Todas as cotas são idênticas.
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Na primeira oferta pública do SNEL, em 2022, a captação foi de R$ 55 milhões. Já na segunda, entre 2023 e 2024, entraram mais de R$ 88 milhões. Assim, o apetite do investidor por ativos sustentáveis evoluiu muito, o que resultou na maior captação da história do fundo.
“Sentimos que hoje os investidores estão preocupados não só na rentabilidade, mas também no impacto daquele investimento. O SNEL, além de produzir energia renovável, atua no desenvolvimento do mercado de trabalho em regiões mais pobres”, diz Vitor Duarte, diretor de investimentos da Suno Asset.
O SNEL11 é o maior fundo imobiliário de energia limpa do Brasil e foi o primeiro do tipo no mercado nacional. “É o único fundo imobiliário com essas características, com investimento em energia renovável. Enquanto observamos as outras ofertas em veículos ‘cetipados’, o SNEL é um fundo imobiliário listado, que negocia com ágio no mercado e uma forte liquidez”, afirma Duarte.