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Ibovespa e dólar hoje
O Ibovespa, principal índice acionário da B3, encerrou as negociações em alta de 2,06%, aos 110.564.66 pontos, nesta quinta-feira (1).
O dólar comercial (compra) fechou com desvalorização de 1,31%, cotado a R$ 5,00.
Outros índices
BDRs: BDRX: -0,29%
FIIs: Ifix: 0,00%
Small caps: SMLL: +2,53%
Bolsas globais
Ásia [Encerrados]
Nikkei 225 (Japão): +0,84%
Shanghai Composite (China): +0,002%
Europa [Encerrados]
DAX 30 (Alemanha): +1,22%
FTSE 100 (Reino Unido): +0,60%
CAC 40 (França): +0,55%
EUA [Encerradas]
Dow Jones: +0,47%
S&P 500: +0,99%
Nasdaq 100: +1,31%
EWZ
O iShares MSCI Brazil ETF (EWZ) registrava avanço de 2,60%, às 14:51, no mercado em NY.
Juros futuros (DIs)
Ativo | Variação (p.) | Último Preço |
DI1F24 | -0,025 |
13,20 |
DI1F25 | -0,05 |
11,47 |
DI1F26 | -0,045 |
10,87 |
DI1F28 |
-0,025 |
11,06 |
DI1F30 |
-0,04 |
11,39 |
DI1F32 |
-0,01 |
11,57 |
[Por volta de 14:50]
Commodities
O petróleo WTI para julho fechou em alta de 2,95%, a US$ 70,10 por barril, enquanto o petróleo tipo Brent para agosto subiu 2,31%, a R$ 74,28 por barril.
O minério de ferro mais negociado em setembro na Dalian Commodity Exchange (DCE) encerrou as negociações diurnas com alta de 5,77%, a 743 iuanes (US$ 107,49) a tonelada, a maior alta desde 18 de maio.
O minério de ferro de referência de junho na Bolsa de Cingapura subiu 3,38%, para US$ 104,65 a tonelada, a maior alta desde 19 de maio.
(InfoMoney) (Reuters)
Confira os principais fatores que influenciam os mercados financeiros em todo o mundo nesta quinta-feira (1º):
Brasil
ICMS – A mudança na cobrança do ICMS, o imposto estadual, sobre a gasolina vai aumentar o preço final do litro do combustível em quase todo o país, destacou o jornal O Globo nesta quinta-feira (1º).
O tributo passa a ser cobrado em valor, e não mais em percentual. Os estados acordaram uma alíquota fixa de R$ 1,22 por litro.
Na prática, segundo levantamento da Fecombustíveis, isso vai representar um aumento de impostos em quase todo o País. Apenas em três estados (Alagoas, Amazonas e Piauí) pode haver queda.
O resultado foi puxado, principalmente, pelo crescimento de 21,6% do setor da Agropecuária, maior alta para o setor desde o quarto trimestre de 1996.
O PIB, soma dos bens e serviços finais produzidos no Brasil, chegou a R$ 2,6 trilhões em valores correntes.
Na comparação com o primeiro trimestre de 2022, o PIB cresceu 4,0%.
No acumulado dos quatro trimestres terminados em março deste ano, o PIB registrou elevação de 3,3% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.
Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado nesta quinta-feira (1) pelo IBGE.
MP da Reestruturação – A Câmara dos Deputados aprovou na noite de quarta-feira (31) a Medida Provisória (MP) 1.154-2023, que prevê a reestruturação dos ministérios do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O placar foi de 337 votos a favor e 125, contra.
Em seguida, os deputados acataram destaques, apresentado pelo PL, pela recriação da Fundação Nacional da Saúde (Funasa).
A medida recebeu apoio do governo, de acordo com o anunciado pelo líder do governo na Câmara dos Deputados, o deputado federal José Guimarães (PT-CE). Os demais destaques foram rejeitados.
A MP segue para apreciação do Senado e precisa ser aprovada até meia-noite de quinta-feira (1º), ou perde a validade.
Os deputados federais aprovaram o texto-base elaborado pelo deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), relator na comissão mista que analisou a MP. O relatório trouxe mudanças nas funções de alguns ministérios, e alterou a proposta original apresentada pelo governo federal.
Durante todo o dia, o governo Lula mobilizou-se para a aprovação mais rápida da MP na Câmara. No início da noite, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), criticou a falta de articulação do governo com o tema e chegou a colocar em dúvida se a votação ocorreria.
(Agência Brasil)
Mudanças sobre os Ministérios – Entre as mudanças no Ministério do Meio Ambiente, foi retirada da pasta a Agência Nacional de Águas (ANA), passando a supervisão do órgão ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
Já o Cadastro Ambiental Rural (CAR), um cadastro eletrônico obrigatório a todas as propriedades e posses rurais, é transferido para o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.
O MMA perdeu o Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa), o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (Sinir) e o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh).
Os três sistemas serão de responsabilidade do Ministério das Cidades.
O Ministério dos Povos Indígenas deixa de cuidar da homologação de terras de povos originários, devolvida à pasta da Justiça e Segurança Pública.
Além disso, houve a redistribuição de atribuições da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) – que passou a ser vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) – para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), ao qual a companhia pertencia antes.
(Agência Brasil)
Arthur Lira vs. Renan Calheiros – O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu na quarta-feira (31) suspender a tramitação de uma ação penal na qual o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), acusa o senador Renan Calheiros (MDB-AL) de crimes contra a honra.
(Agência Brasil)
Arthur Lira na mira do STF – O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para julgamento um recurso da defesa do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) contra denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por corrupção passiva.
(g1)
Desoneração de impostos – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou na quarta-feira (31) que a legislação tributária no Brasil era uma colcha de retalhos, o que torna o sistema de impostos do país um dos piores, senão o pior do mundo.
Ele também criticou o lobby em torno da aprovação de leis tributárias.
(Agência Brasil)
FGV – Nesta quinta-feira, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou o IPC-S da quarta quadrissemana de maio e o Índice de Confiança Empresarial (ICE) referente ao mesmo mês.
O Índice de Preços ao Consumidor-Semanal (IPC-S) da quarta quadrissemana de maio de 2023 variou 0,08% e acumula alta de 3,01% nos últimos doze meses.
O Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 0,4 ponto em maio, para 91,5 pontos.
PMIs – O Índice Gerente de Compras (PMI) do setor industrial do Brasil passou de 44,3 pontos em abril para 47,1 em maio. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (1) pelo S&P Global.
Balança comercial – Nesta quinta-feira (1), a Secretaria de Comércio Exterior informou que a balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 11,378 bilhões em maio. A quinta semana do mês teve saldo positivo de US$ 1,529 bilhão. Em 2023, a balança segue com superávit de US$ 35,284 bilhões.
EUA
Teto da divida pública norte-americana – A apenas cinco dias para evitar um calote crescente da dívida soberana dos EUA, a Câmara dos Representantes assumiu na noite de ontem um projeto de lei bipartidário que suspende o teto da dívida de US$ 31,4 trilhões do governo federal por dois anos.
O texto agora vai para o Senado, que tem de dar a sua aprovação para então ir à sanção do presidente Joe Biden.
Depois de semanas de muita tensão, o projeto de lei foi aprovado na Câmara com folga, por 314 votos a 117. Setenta e um republicanos votaram contra o acordo. Do lado democrata, quarenta e seis congressistas rejeitaram o projeto de lei.
(Valor)
Agenda – No País, foram conhecidos números de pedidos semanais de seguro-desemprego e serão informados dados sobre a criação de emprego no setor privado em maio (ADP).
O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos anunciou que os novos pedidos de seguro-desemprego subiram para 232 mil na semana encerrada na sexta-feira (26). O número ficou abaixo das expectativas do mercado, que esperavam 235 mil solicitações.
Na semana anterior, os pedidos somaram 230 mil.
O número de pedidos de auxílio-desemprego continuados ficou em 1,795 milhão, abaixo da expectativa de 1,806 milhão; na semana anterior, 1,789 milhão.
ADP: Os Estados Unidos criaram 278 mil vagas no setor privado.
Europa
BCE – Nesta quinta-feira, o Banco Central Europeu (BCE) divulgou a ata da reunião promovida pela autoridade monetária entre os dias 3 e 4 de maio.
Os dirigentes do Banco Central Europeu (BCE) consideram que a última decisão de alta de 25 pontos-base (pb) nos juros permitiria ao conselho seguir a elevar as taxas por mais tempo, apesar de vários membros inicialmente expressarem preferência por uma elevação de 0,50 p.p., por verem o risco de apertar demais como menor que o risco de aperto pouco.
(O Estado de S.Paulo)
A presidente da instituição, Christine Lagarde, discursou na Conferência das Caixas Econômicas Alemãs. “Hoje, a inflação está muito alta e deve permanecer assim por muito tempo”, declarou. A autoridade monetária elevou os juros em um total de 375 pontos-base desde julho passado.
Eurostat – Nesta quinta-feira, a agência Eurostat informa dados referentes a leitura preliminar do índice de preços ao consumidor de maio e a taxa de desemprego de abril na região da Zona do Euro.
A inflação da zona do euro desacelerou para 6,1% no mês passado, ante 7,0% registrado em abril. O resultado ficou abaixo das projeções de mercado, que esperavam 6,3% no período.
Em abril, a taxa de desemprego ajustada sazonalmente na região foi de 6,5%, abaixo dos 6,6% em março.
Indicadores econômicos relativos a Alemanha, França e Reino Unido serão publicados ao longo do dia.
Ásia
China – A China divulgou novo PMI industrial (S&P Global – Caixin), que saiu da marca de contração (49,5 em abril) para 50,9 em maio.