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Se você escuta as pessoas falarem que investem no mercado financeiro, mas ainda não teve coragem de tomar essa atitude e deixa seu dinheiro na poupança, preste muita atenção no que vamos falar: é comum ter medo e não saber como fazer o primeiro investimento, mas para auxiliar o investidor é que existe a corretora de investimentos.

No entanto, não vale abrir uma conta na primeira instituição que aparecer na sua frente. É preciso ter calma e saber qual é a ideal para você e seu perfil. Mas o que é e o que faz uma corretora? Como escolher a melhor e mais confiável? De que forma ela pode ajudar? É o que explicamos, nesta Spacedica. Boa leitura!

O que é uma corretora de valores mobiliários?

Provavelmente, o conceito que você tem é que a corretora é como um banco. A partir de agora, vamos tirar essa ideia da cabeça, porque todo o dinheiro que entrar na sua conta da corretora — diferentemente do banco — será para investir e você não vai poder sair por aí gastando tudo quando quiser.

Então, vamos pensar nela como se fosse um centro de compras com diferentes lojas. Ela vai oferecer inúmeros tipos de investimentos, aconselhar aqueles que mais se adéquam ao seu perfil e você decidirá onde vai querer fazer a aplicação financeira.

O objetivo da corretora é negociar aplicações financeiras com diferentes instituições — inclusive, o banco tradicional —, para dar a você várias opções de produtos financeiros, como ações e fundos de investimentos, que podem fazer seu dinheiro render mais que a inflação, mantendo ou aumento seu poder de compra.

Como escolher a melhor corretora?

Existem inúmeras corretoras de valores mobiliários no mercado. Porém, é preciso conhecer bem a instituição antes de confiar o seu dinheiro a ela. Alguns fatores devem ser levados em conta no momento dessa escolha. Por isso, separamos 7 dicas para que você não erre na sua escolha. Confira!

1. Selo “Cetip Certifica”

Algumas certificações são concedidas às corretoras que cumprem os requisitos legais para atuar como tal. Um selo bastante conhecido e conceituado é o Cetip Certifica. A Cetip —Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos — é uma integradora do mercado financeiro, o que quer dizer que todo título de crédito privado deve ser registrado nessa Central. Caso contrário, está ocorrendo alguma ilegalidade.

Para garantir que, no caso de falência da instituição, você não perderá seu dinheiro investido, é preciso que a aplicação financeira seja feita no seu CPF ou CNPJ. Dessa forma, você estará protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito, o FGC, que garante o reembolso de até R$250 mil da aplicação. Mas lembre-se: apenas corretoras com o Selo Cetip podem conceder essa garantia ao investidor.

2. Consulte o site da CVM

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é responsável por gerir o mercado de valores mobiliários. Assim, é preciso se certificar de que a corretora de investimentos escolhida está na lista de entidades autorizadas a realizar essas aplicações no mercado financeiro.

Você pode encontrar essa lista no site da CVM. Basta ir em Cadastro Geral, colocar os dados solicitados e pronto. Se estiver tudo certo com a instituição financeira, o sistema vai mostrar. Caso contrário, não arrisque, em hipótese alguma, escolher essa corretora.

3. Certificados da BM&FBOVESPA

A BM&FBOVESPA criou o PQO — Programa de Qualificação Operacional — o qual emite os seguintes certificados:

  • agro broker;
  • carrying broker;
  • execution broker;
  • retail broker.

No geral, esses selos de qualificação avaliam a qualidade dos serviços prestados pelas instituições, garantindo que a empresa está em conformidade com alguns indicadores, tais como: conteúdo educacional, plataforma eletrônica para negociação de produtos financeiros e diversificação de produtos.

No site da BM&FBOVESPA, existe uma lista de corretoras certificadas. Vale a pena conferir antes de definir em qual investir, principalmente no Retail Broker que é o principal para investidores que são pessoa física.

4. Habilitação pelo Tesouro Direto

A instituição financeira habilitada no Tesouro Direto é aquela que tem acesso a todos os títulos públicos. É importante que a corretora esteja na lista das que oferecem essa opção de investimento, porque assim você pode ter uma carteira de produtos mais variada.

Observe também se a corretora é “Agente Integrado”. As instituições que têm essa nomenclatura contam com um sistema integrado que conversa com a plataforma da compra de investimentos do Tesouro Direto. Assim, o cliente tem mais facilidade e rapidez na sua aplicação.

5. Taxas da corretora

Certamente, esse é o primeiro fator que a maioria das pessoas analisa. É difícil encontrar uma corretora que responda a todos os requisitos listados anteriormente e que não cobre nenhuma taxa.

Qualquer corretora séria e confiável é, antes de tudo, uma empresa. Sendo assim, precisa arcar com suas despesas, para conseguir dar o suporte necessário ao investidor. Por isso, algumas taxas podem ser cobradas. Falaremos, a seguir, sobre as principais taxas que você vai encontrar.

Taxa de Custódia

Algumas corretoras cobram essa taxa com o objetivo de manter os ativos do investidor. O valor e a forma de cobrança ficam a critério de cada uma, mas não costuma ser um valor alto. Varia desde valores mensais até um percentual sobre o valor total investido. Muitas instituições preferem isentar seus investidores dessa taxa, a fim de conceder mais essa vantagem ao seu cliente.

Taxa de Corretagem

Essa é a mais comum de ser cobrada e praticamente todas as corretoras incluem tal valor nos custos de seu cliente. Ela é cobrada a cada operação feita na bolsa de valores e o preço varia muito, dependendo de cada instituição, indo desde R$ 1 até R$ 20 por operação feita. Uma dica é investir valores em que a taxa represente, no máximo, 1% do valor total movimentado, para ter mais segurança no rendimento da ação.

Taxa do Tesouro Direto

Algumas corretoras cobram o que chamamos de taxa do Tesouro Direto. É um percentual cobrado em cima do valor que você investe no Tesouro. Fuja das empresas que fazem tal cobrança, porque a maioria não inclui mais esse percentual para o investidor pagar. Confira, então, neste link, quais são as — poucas — instituições que ainda cobram essa taxa.

6. Atendimento ao cliente

Alguns fatores não são tão específicos, mas devem ser avaliados. É o caso do atendimento ao cliente. A corretora  deve ser sempre solícita, com uma equipe treinada e acessível.

Entretanto, em alguns casos, o contato é difícil e os atendentes não sabem tirar totalmente suas dúvidas, por exemplo. Sem falar quando o contato somente é por telefone fixo — na era da tecnologia, queremos facilidade e atendimento por chat online, certo?

Então, procure saber quais os meios de comunicação com a corretora e teste entrar em contato antes de abrir sua conta. Assim, você vai evitar muito estresse durante sua experiência como investidor.

7. Reputação

Depois de tudo isso, você já deve ter feito uma seleção prévia de qual corretora é a melhor para você, mas ainda há mais um ponto a ser estudado. Pesquise muito — muito, mesmo! — na internet sobre a corretora de investimentos que você escolheu.

Consulte sites como o Reclame Aqui, veja a quantidade de reclamações e como elas são atendidas, se são resolvidas ou não e o grau de satisfação dos clientes com aquela empresa. Veja, ainda, com os seus conhecidos onde eles investem e procure saber quais os pontos positivos e negativos da instituição.

Não se esqueça de conferir os pontos em conjunto. Por exemplo, se você está começando, dê preferência àquelas corretoras que têm o melhor suporte e atendimento, mesmo que isso signifique um custo maior para você.

A SpaceMoney é parceira das principais corretoras do mercado brasileiro. Então, se precisar de nossa ajuda para escolher a corretora ideal para você, entre em contato conosco e converse com um de nossos assessores.


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