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Investing.com – A economia brasileira deverá apresentar crescimento de 2,1% em 2020, com a recuperação da confiança e a política monetária acomodatícia. Além disso, os gastos das famílias devem receber um impulso de uma medida governamental para permitir que os trabalhadores utilizem recursos do FGTS. O resultado faz parte do levantamento FocusEconomics Consensus Forecast LatinFocus, elaborado pela FocusEconomics, e representa uma manutenção em relação à pesquisa realizada em novembro.

Para a América Latina, as perspectivas de crescimento para no próximo ano foram reduzidas pelo quinto mês consecutivo em dezembro, com a atividade regional crescendo modestamente principalmente no fortalecimento do momento no Brasil e no México. O estudo aponta que a Argentina está pronta para permanecer em recessão pelo terceiro ano consecutivo. Tensões sociais aumentadas, incerteza política e demanda global morna obscurecem as perspectivas da região.

No caso do país vizinho, a estimativa é de retração de 1,8% no PIB. A preocupação dos investidores em relação ao novo governo, juntamente com a inflação e as taxas de juros muito altas, deprimirá os investimentos e os gastos, apenas parcialmente compensados por um bom tom externo. O risco de uma baixa desordenada da dívida e políticas insustentáveis tornam as perspectivas mais incertas.

Em relação ao Brasil, o levantamento aponta que os dados recentes sugerem que a economia está ganhando força gradualmente, embora em um nível moderado. Os dados de setembro revelaram um final positivo para o terceiro trimestre da economia doméstica, com a atividade econômica e as vendas no varejo saltando.

Além disso, os dados recebidos para o quarto trimestre apontam para um impulso amplamente sustentado, com o PMI de manufatura permanecendo em território positivo pelo terceiro mês consecutivo em outubro e os negócios confiando em novembro. Dito isto, o setor externo continua sob pressão em meio à demanda evaporada da Argentina e às exportações reduzidas para a China; as exportações registraram a maior queda desde janeiro de 2016 em outubro.

Enquanto isso, na frente política, o governo apresentou uma série de propostas de reforma em novembro, destinadas a reduzir os gastos do governo para reduzir o déficit fiscal inchado. Se aprovadas, as medidas devem ajudar a reduzir gastos não discricionários, embora permaneçam dúvidas sobre o cronograma proposto, dado o lento sistema político do Brasil.


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