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O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 0,29% em setembro, menos que no mês anterior, quando a taxa havia sido de -0,47%. A queda ficou abaixo do esperado pelo mercado, que estimava uma deflação no mês de 0,41%. Mesmo assim, o indicador mostra tranquilidade no campo da inflação, o que deve favorecer a queda dos juros básicos nesta semana para 5,5% ao ano.

Com este resultado, o índice acumula alta de 3,62% no ano e de 3,65% em 12 meses. Em setembro de 2018, o índice havia registrado elevação de 1,20% no mês e de 9,66% em 12 meses. O IGP-10 faz parte da família dos IGPs, que inclui o IGP-DI, que leva em consideração a coleta de preços do mês fechado, e o IGP-M, dos preços entre os dias 20 de cada mês. O IGP-10 considera a coleta de preços entre os dias 10 de cada mês e serve de prévia dos demais índices.

Ele é formado por três outros índices, o de atacado (IPA, com 60% de peso), varejo (IPC, com 30%) e construção civil (INCC, com 10%).

Preços no atacado caem 0,57%

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,57% em setembro. No mês anterior, a queda foi de 0,83%. No ano, o indicador acumula 3,85% de alta e, em 12 meses, de 3,82%. O IPA serve de indicador da tendência dos preços no varejo no futuro.

O IPA agrícola passou de deflação de 1,70% em agosto para alta de 1,60% em setembro, enquanto o IPA Industrial ampliou a queda, de 0,55% para 1,26%.

Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais variaram 0,09% em setembro, após registrar taxa de -0,73% em agosto. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de -0,33% para 0,81%. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, subiu 0,50% em setembro. No mês anterior, a taxa foi de -0,11%.

A taxa do grupo Bens Intermediários passou de -1,00% em agosto para -0,05% em setembro. A principal contribuição para o avanço da taxa do grupo partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de -1,01% para 0,00%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 0,05% em setembro, após queda de 0,78% no mês anterior.

Minério de ferro derruba matérias-primas

O índice do grupo Matérias-Primas Brutas passou de -0,77% em agosto para -1,87% em setembro. As principais contribuições para este movimento partiram dos seguintes itens: minério de ferro (0,69% para -12,01%), aves (1,66% para -1,27%) e laranja (1,84% para -2,42%). Em sentido ascendente, os movimentos mais relevantes ocorreram nos itens, soja (em grão) (-1,87% para 9,59%), leite in natura (-4,52% para -0,27%) e algodão (em caroço) (-6,44% para -0,99%).

Preços ao consumidor sobem apenas 0,05%

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,05% em setembro. Em agosto, o índice havia sido de 0,24%. Com isso, o índice acumula 2,93% no ano e 3,67% em 12 meses.

Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram recuo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Alimentação, cuja taxa passou de 0,14% para -0,68%. Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item hortaliças e legumes, que variou -12,36% em setembro, após registrar queda de 3,79% em agosto.

Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos Habitação (0,99% para 0,55%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,35% para 0,19%), Despesas Diversas (0,30% para -0,07%) e Vestuário (-0,09% para -0,20%). As contribuições para estes movimentos partiram dos seguintes itens: tarifa de eletricidade residencial (5,14% para 2,23%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,27% para -0,43%), alimentos para animais domésticos (1,27% para -0,96%) e calçados (0,23% para -0,45%).

Em contrapartida, os grupos Transportes (-0,31% para 0,17%), Educação, Leitura e Recreação (-0,45% para 0,31%) e Comunicação (0,12% para 0,46%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens etanol (-1,64% para 2,72%), passagem aérea (-12,83% para 1,23%) e tarifa de telefone residencial (0,50% para 1,12%).

INCC sobe 0,79% com alta de mão de obra

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,79% em setembro, após alta de 0,35% em agosto. O acumulado no ano é de 3,74% e, em 12 meses, de 4,46%.

O índice é usado na correção dos contratos de imóveis comprados na planta. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de agosto para setembro: Materiais e Equipamentos (0,22% para 0,13%), Serviços (0,32% para 0,29%) e Mão de Obra (0,44% para 1,33%).

O post IGP-10 cai 0,29% em setembro e confirma inflação comportada apareceu primeiro em Arena do Pavini.


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