Operacional

Brava Energia (BRAV3) avança para a segunda fase de sistema definitivo de Atlanta e Papa-Terra

Decisão final de investimento abrange a perfuração e interligação de dois novos poços, com opção para Malombe

Informações sobre Brava (BRAV3)

Em um movimento estratégico para impulsionar o crescimento de seu portfólio, o Conselho de Administração da BRAVA Energia (BRAV3) aprovou, na última quarta-feira (26), a execução da segunda fase do Sistema Definitivo do campo de Atlanta.

O projeto envolve a perfuração e interligação de dois novos poços em Atlanta, além do aumento do fator de recuperação do Campo de Papa-Terra, também com a perfuração de dois poços adicionais.

A campanha integrada inclui ainda o desenvolvimento de Malombe, com a perfuração de um poço e sua interligação ao sistema de Peroa, através de um tieback.

A princípio, a BRAVA planeja iniciar esta ambiciosa campanha no quarto trimestre de 2025, com a previsão de que as primeiras conexões de poços ocorram em 2026.

O CEO da BRAVA, Décio Oddone, comentou sobre a relevância da aprovação do projeto. O executivo destaca que a iniciativa reflete as sinergias identificadas desde a criação da BRAVA e reforça o grande potencial de geração de valor que pode proporcionar a seus acionistas.

“A aprovação do projeto conjunto faz parte das sinergias identificadas quando da criação da BRAVA e comprova o potencial de geração de valor do portfólio da Companhia”, afirmou Oddone.

Para garantir o sucesso da campanha, a BRAVA firmou contratos com parceiros de renome e tecnologias comprovadas.

A sonda Lone Star, fornecida pela Constellation Oil Services, será responsável pela perfuração dos poços.

As duas árvores de natal molhada (ANMs) para Atlanta serão fornecidas pela OneSubsea, enquanto a Prysmian ficará encarregada dos umbilicais.

Além disso, a Baker Hughes fornecerá as linhas flexíveis e risers para Atlanta, com a opção de extensão para Malombe.

Sobretudo, os campos de Papa-Terra e Malombe já contam com ANMs disponíveis, e os poços em Papa-Terra utilizarão as linhas existentes, otimizando recursos e custos para a operação.