
Nesta quinta-feira, 18, por volta de 15:38, as ações da Hapvida (HAPV3) recuavam 4,88%, a R$ 4,09. Mais cedo, uma reportagem publicada pelo Estadão destacou que o grupo de saúde é acusado de descumprir sistematicamente decisões judiciais favoráveis aos seus beneficiários. Além disso, o Ministério Público de São Paulo iniciou uma investigação sobre o caso.
A Hapvida se manifestou e reiterou seu compromisso com os padrões mais altos de saúde e padrões de segurança, alegando que tem cumprido integralmente as decisões judiciais.
Na visão do Citi, ainda é cedo para avaliar se a investigação poderia ter algum impacto material nas operações da empresa ou apenas fazer parte das atividades “business as usual”.
Apesar disso, o banco afirma que a investigação não é um bom presságio e o ruído pode gerar alguma volatilidade nas ações.
Com base nas demonstrações financeiras do HAPV3, o Citi identificou R$ 487 milhões em provisões associadas a perdas de natureza civil (“prováveis”) relacionadas e R$ 1,8 bilhão consideradas como perdas “possíveis” (que não requerem provisionamento). O banco recomenda compra nas ações, com preço-alvo de R$ 6,00.