
Na quarta-feira (14), o Itaú BBA cortou o preço-alvo para as ações da Hapvida (HAPV3), a R$ 6,00 (de R$ 7,00 antes) ao final de 2024. A casa mantém a recomendação de compra na ação.
A nova projeção de preço calcula um crescimento de 75% na ação.
O banco afirmou, em relatório, que apesar do cenário desafiador no setor de saúde, caracterizado por aumentos de preços acima de 20%, a integração vertical da companhia continua sendo uma característica de destaque.
Isso posiciona a empresa como uma das poucas opções acessíveis no mercado brasileiro de saúde, enquanto sua eficiência garante rentabilidade e geração de caixa, segundo o BBA.