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Bolsas de NY abrem em forte queda, com retaliação da China após tarifas de Trump

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Wall Street
Crédito: Wikimedia Commons

Nesta sexta-feira (4), as bolsas de Nova York iniciam mais um dia de pânico, com queda acentuada. Por volta de 10h45 (horário de Brasília), o índice S&P 500 recuava 3,29%, enquanto o Nasdaq caía 3,80%.

O movimento ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar, na quarta-feira (2), ‘tarifas recíprocas’ de importação a diversos países. Além de uma tarifa geral de 10% sobre todos os produtos importados.

Em retaliação ao anúncio de Trump, nesta sexta-feira (4), a China informou que vai impor tarifas recíprocas de 34% sobre todas as importações dos EUA a partir de 10 de abril.

“Essa prática dos EUA não está de acordo com as regras do comércio internacional, prejudica seriamente os direitos e interesses legítimos da China e é uma prática típica de intimidação unilateral”, escreveu a Comissão de Tarifas do Conselho de Estado da China, em comunicado.

Bolsas de NY na véspera

As bolsas de Nova York encerraram o pregão da última quinta-feira (3), com a pior queda diária desde março de 2020, quando a pandemia de Covid-19 foi anunciada.

O Dow Jones caiu 3,98%, fechando em 40.545,93 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 4,84%, atingindo 5.396,52 pontos. Já o Nasdaq teve a maior perda percentual, despencando 5,97%, para 16.550,61 pontos. Os números ainda são preliminares.