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Por Peter Nurse

Investing.com – Os preços do petróleo subiam na quinta-feira (21), alcançando o sexto dia consecutivo de ganhos, o que seria o mais longo período positivo em 15 meses, com os cortes de produção ajudando a reequilibrar o mercado do golpe causado pelo coronavírus.

Às 12h (horário de Brasília), os contratos futuros do petróleo dos EUA eram negociados em alta de 1,49%, a US$ 33,99 por barril. O contrato de referência internacional Brent ganhava 1,54%, para US$ 36,30.

Dados da Administração de Informação de Energia na quarta-feira mostraram uma queda de 4,98 milhões de barris na semana passada, a maior desde dezembro, confirmando a estimativa do Instituto Americano de Petróleo, divulgada na terça-feira.

A divulgação segue os grandes cortes de produção implementados pela Opep + após o acordo histórico do mês passado. Um grupo de países produtores liderados pela Arábia Saudita também prometeu novos cortes a partir de junho.

As perfuradoras norte-americanas também se destacaram. A contagem de plataformas nos EUA, um indicador precoce da produção futura, caiu em 35, para um recorde de 339 na semana passada, segundo dados da empresa de serviços de energia Baker Hughes.

Os produtores da província de Alberta, no Canadá, também reduziram a produção em mais de um milhão de barris por dia, segundo a ministra de energia de Alberta, Sonya Savage, e esses volumes serão restaurados gradualmente quando as condições do mercado melhorarem.

O petróleo subiu mais de 80% neste mês, com os cortes na produção e a demanda começando a retornar.

No entanto, ainda há um longo caminho para voltar aos níveis de consumo pré-vírus e também existe o risco de que um aumento acentuado nos preços de incentive a produção a voltar cedo demais.

Os fechamentos de petróleo podem estar no auge agora nos EUA, disse o presidente do Fed de Dallas, Robert Kaplan, em entrevista à Bloomberg.

“Muitos desses fechamentos voltarão até o final do ano”, acrescentou Kaplan.

“Existe um otimismo crescente de que haverá uma retomada contínua na demanda de petróleo, e isso está fortemente refletido nos preços agora”, disse Edward Moya, analista de mercado da OANDA. “No entanto, preços mais altos vão provocar alguma não conformidade” com os cortes na produção.


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