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Diariamente, temos acompanhado notícias do mundo inteiro — principalmente no Brasil — sobre significativas mudanças nos comportamentos e nas relações humanas. Isso tem exigido maior integração e conhecimento das facilidades digitais disponíveis, pois se tornaram imprescindíveis para a continuidade dos negócios, para a proximidade nas relações e para a retomada das atividades econômicas e sociais.

No mercado segurador esse avanço tecnológico não tem sido diferente. Seguradoras, consultorias e corretoras de seguros aceleraram seus planos e colocaram em prática a otimização dos recursos digitais, criando facilidades para fazer frente a essa necessidade, seja na comercialização dos produtos ou na relação com os segurados e parceiros de negócios.

Em linha com essa nova realidade tecnológica, recentemente a Superintendência de seguros Privados (Susep), órgão governamental que regula e fiscaliza o mercado segurador, determinou que todos os corretores de seguros passassem por um recadastramento, sob a alegação de proporcionar maior credibilidade e lisura nas relações com os consumidores e corretores de seguros. 

Esse processo viabilizou o recadastramento de mais de 90.500 corretores e o registro de 6.300 novos corretores, de forma totalmente eletrônica. A Susep também disponibiliza em seu website informações ao público, sobre os planos e produtos registrados e aprovados junto à autarquia reguladora.

Seguro cibernético

Com essas necessárias mudanças de hábito, a forma de vida das pessoas e empresas sofreram significativas alterações, com a tecnologia fazendo parte integrante do cotidiano. No entanto, alguns desafios passaram a ser evidentes e de grandes preocupações, uma vez que as facilidades tecnológicas disponibilizadas em época de pandemia também se tornaram ameaças em algumas organizações, principalmente aquelas que ainda não dispunham de planos de contingência ou de recursos para uma adequada defesa no mundo virtual, momento em que a inteligência artificial passou a ser alvo constante da ousadia de hackers

Por conta dessas situações e da necessidade de atender demandas da instabilidade de profissionais e segurados durante o momento que vivemos, foi intensificada a oferta de produtos e de alguns serviços. Nesse contexto, merecem destaque os seguros que cobrem prejuízos contra as perdas financeiras causadas por ataques cibernéticos e os programas de assistência. 

O seguro de riscos cibernéticos tem como premissa básica garantir cobertura para despesas decorrentes de violações de privacidade e de confidencialidade, principalmente as que envolvem rede de dados, gerenciamento de crise, extorsão cibernética e a interrupção dos negócios. Seguradoras e corretoras especializadas nesse segmento apontam crescimento na oferta e na contratação desse tipo de seguro.

Serviços de assistência

Outro segmento promissor, levando em conta que muitas atividades passaram a ser realizadas à distância e outras muito próximas dos riscos epidemiológicos, é o de serviços de assistência a empresas. Por meio deles, as seguradoras visam a proporcionar apoio psicológico, aconselhamento social, financeiro e jurídico, sempre de forma digital e confidencial, mas interativa e com profissionais capacitados e especializados.

Os dados colhidos nesses serviços têm contribuído de forma positiva para a mensuração de riscos nas organizações, possibilitando a adoção de programas corretivos e preventivos contra acidentes domésticos, saúde mental, stress, ergonomia, entre outros. 

Ainda na linha de serviços de assistência, considerando o maior tempo em que as pessoas passaram a conviver nas suas residências, os serviços 24 horas se tornaram cada vez mais necessários e importantes. São eles que fazem, entre outros serviços, reparos hidráulicos e elétricos, desentupimentos, substituição de telhas, chaveiro, manutenção de portões eletrônicos, caçambas para remoção de entulho, reparos para geladeiras, fogões e máquinas de lavar. 

Recuperação da confiança

O setor de seguros do Brasil, assim como as demais atividades em geral, atravessou momentos de desafios, turbulências e instabilidades no primeiro semestre de 2020. Apesar disso, em consequência de sua rápida adaptação ao mundo tecnológico, da retomada das atividades econômicas, e principalmente da credibilidade de seguradoras e resseguradoras, que continuaram honrando os compromissos e riscos assumidos, o setor vem gerando grande otimismo. 

Estudos recentes realizados pela Rating de Seguros e divulgados pela Fenacor apontam que o Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) começa a se recuperar e a se distanciar do índice mais baixo de sua história, que foi apurado em abril deste ano.

Como consequências desse aumento da confiança, o mercado começa a demonstrar sinais de recuperação e otimismo. Inclusive, algumas seguradoras detentoras de grandes carteiras de seguro de automóveis já demonstraram lucro líquido positivo e acima da média, motivados principalmente pelas mudanças de comportamento da população e pela redução da circulação de veículos em época de pandemia.

Por Marcelo Augusto Pereira

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