
Ibovespa
O Ibovespa, principal índice acionário da B3, a bolsa brasileira, fechou o pregão desta terça-feira (04) em baixa, sob influência do setor bancário. Ontem, o Itaú divulgou seus resultados do 2º trimestre de 2020, mostrando diminuição de 40% no lucro líquido recorrente em relação a 2019.
Ao final da sessão, as perdas foram de 1,57%, aos 101.215 pontos.
O dólar caiu, depois de ter registrado alta mais cedo. A moeda norte-americana teve desvalorização de 0,57%, cotada a R$ 5,284.
Veja os fatores que influenciaram os mercados hoje:
Mercados internacionais
Ásia (encerrados)
- Nikkei 225 (Jap): 1,70% ↑
- Shangai Composite (Chi): 0,11% ↑
Europa (encerrados)
- DAX 30 (Ale): 0,36% ↓
- FTSE 100 (Ing): 0,052% ↑
- CAC 40 (Fra): 0,28% ↑
EUA (encerrados)
- Dow Jones: 0,32% ↑
- S&P 500: 0,023% ↑
- Nasdaq: 0,19% ↓
Veja como os índices brasileiros operaram hoje
Copom
Começou hoje a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A nova taxa básica de juros deve ser anunciada amanhã, com expectativa de novo corte para uma nova mínima, com a Selic a 2% ao ano.
Balanços
A temporada de balanços do 2º trimestre continua com a divulgação dos números da Alpargatas, Banco Pan e Iguatemi.
Reforma tributária
Enquanto o governo federal insiste na criação de imposto sobre pagamentos, lembrando a antiga CPMF, a resistência permanece no Legislativo. Enquanto isso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, apresentou ao presidente Jair Bolsonaro uma proposta para diminuição da tributação sobre salários, com menor contribuição à Previdência e depósitos no FGTS, por exemplo.
Nos EUA
Nos Estados Unidos, o foco permaneceu na negociação de mais um pacote de estímulos. Apesar da concordância entre democratas e republicanos no valor de US$ 1,2 trilhão em ajuda, ainda não houve acordo sobre o escoamento do pacote.
EUA x China
A guerra entre Washington e Pequim se intensificou na frente tecnológica, com o banimento do app TikTok nos EUA como pivô. A Microsoft continua nas negociações para comprar a plataforma da chinesa ByteDance, e o presidente Donald Trump afirmou que eventual venda deverá render frutos também “aos cofres” do governo norte-americano.